Author Archives: sheylass

Recomeço

Estou mudando o meu blog do wordpress para o blogspot. Como esse aqui é bem recente, fiquei com muita dó de recomeçar… então decidi repostar meus antigos posts. Espero que não se importem 😉 Pretendo mudar o nome do blog, mas está faltando-me ideias por enquanto. O novo endereço é http://sheylass.blogspot.com.br/. Espero, sinceramente, que gostem *-*

Beijos ;*

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Divulgando o concurso dos blogs Dela Mila e Pétalas de Liberdade

Gente, esses são os cartazes que eu fiz para participar de um concurso super bacana. A Camila Neves, do blog Dela Mila, e a Maria José, do blog Pétalas de Liberdade, fizeram uma parceria muito legal nesse concurso. Vocês já conhecem o  Keep-calm -o-matic? É um site super útil para criar esses famosos posters “Keep calm and…”.

Então, o poster mais criativo vai ganhar: um mês de divulgação de seu blog no Dela Mila e no Pétalas de liberdade, o seu poster transformado em um poster de verdade e um selinho para seu blog. Para participar, acessem os blogs:

Dela Mila ou Pétalas de Liberdade. ♥

Atualizado: Ai… me empolguei pessoal ;p Fiz mais dois cartazes, vejam:

Eu sei que esses dois últimos não são novidade né… principalmente o “Keep calm and call me maybe” (por causa da música da Carly Rae Jepsen) mas, o que vocês acharam? Quero opiniões 😉

Os melhores beijos do We Heart It

Que tal algumas fotos apaixonantes nesse finzinho de domingo? 😉

Divirtam-se com beijos do We Weart It ♥

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Nostalgia

Às vezes bate uma saudade das amigas de infância, das brincadeiras, dos micos, das risadas sem motivos. Um local que me traz boas lembranças dessa época é a escola. Esse é o meu último ano, e esses dias minha turma foi liberada mais cedo, então acabei indo embora sozinha e comecei a me lembrar das loucuras que eu fazia e dos momentos de folia no caminho até em casa. Eu era feliz e não sabia. Não que as coisas tenham piorado, longe disso, mas fiquei com saudades da época em que a minha única responsabilidade era estudar.

Sou muito nostálgica, lembro-me de tudo nos mínimos detalhes. Sair da escola cantando uma música com as amigas, rir de tudo, se reunir na casa de alguém para fazer algum trabalho escolar em grupo e mais brincar do que realmente trabalhar… Tudo isso ficou para trás, mas guardo com muito carinho em minhas lembranças, e sei que ainda estão por vir muitas fases importantes que também serão passageiras e futuramente me deixarão nostálgica novamente. E, sinceramente, no fundo eu gosto desse sentimento de nostalgia!

 

Esse texto faz parte da blogagem coletiva promovida no Depois dos Quinze.

Malditos clichês

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Sabe, me disseram que a nossa história ainda não tinha acabado. Eu não quis acreditar, pois essa frase é muito clichê e, além disso, nós dois estávamos devagar, quase parando. Até que chegou o momento que minhas esperanças voltaram. Fiquei muito feliz, contei para todos que haviam me confortado dizendo que tudo ia dar certo. Mas, como sempre, eu me empolguei de mais.

Então, tomei a decisão de nos dar mais uma chance mesmo sabendo que a situação não iria evoluir. Mas o problema é que aparentemente você não quer uma chance. Você só sabe provocar, mas nunca toma uma atitude. Se acha tão homem, mas não tem atitudes de um. O problema é que não tem jeito de te tirar do meu coração. Minha cabeça diz que você não presta, que eu mereço coisa melhor, mas não adianta, o meu coração te guardou a sete chaves.

Lembro como se fosse ontem a primeira vez que nos vimos. Fiquei tão encantada… Mas no dia seguinte já estava decepcionada. Logo percebi que nada saiu como eu havia imaginado. Meses se passaram. Aceitei a situação e até consegui tirar algum aprendizado de tudo isso, mas, mesmo assim, você nunca saiu do meu coração. Por isso me voltou todo aquele sentimento agora que você me procurou. Por que na verdade eu não tinha te esquecido. Mas, aparentemente, mais uma vez, você só está brincando com os meus sentimentos. Está aí se achando o gostoso que seduz todas as garotas da cidade.

Então, só tenho uma coisa a dizer: um dia alguém vai fazer com você a mesma coisa que está fazendo comigo. Acredite; o feitiço sempre volta contra o feiticeiro.

Querido dia 15

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Hoje é dia 15, tem que ter algum significado. Me sinto perdida, me sinto carente, me sinto prestes a explodir,me sinto eufórica. Sabe quando você percebe que já passou do meio do ano, que está prestes a passar por muitas mudanças, e então começa a sentir uma mistura de ansiedade e medo? É uma ansiedade para que tudo mude para melhor, e um medo de que, de brinde, venham mudanças ruins…

É, eu sei que sou um pouco dramática, mas não consigo viver sem um drama, aliás preciso assistir a um novo. Preciso também me acabar dançando uma noite dessas. Tenho tanta, mais tanta saudade de dançar, que daqui a pouco irei explodir com tanta energia acumulada! Tento dizer a mim mesma que embora devamos pensar no futuro, não podemos nos esquecer de viver o presente (aliás, adoro essa famosa frase de Dalai Lama: “O que mais surpreende é o homem, pois perde a saúde para juntar dinheiro, depois perde o dinheiro para recuperar a saúde. Vive pensando ansiosamente no futuro, de tal forma que acaba por não viver nem o presente, nem o futuro. Vive como se nunca fosse morrer e morre como se nunca tivesse vivido.”).

Então é isso, minha meta é segurar a ansiedade e o medo, se preocupar apenas com o necessário, e curtir o restinho do ano. 😉

Lista para momentos bad

No começo da semana, especificamente na segunda-feira (justamente na SEGUNDA-FEIRA minha gente) eu terminei o dia me sentindo péssima. Por consequência, na terça-feira ainda estava mal. Nesse momento me bateu um momento “a loca”, quando a gente se sente totalmente perdida sabe?! Então, me vieram essas palavras em mente, e eu as transformei em uma lista para suportar momentos de loucura:

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1 – Respire: quando você respira tudo fica mais fácil (é o que a Tia Lica sempre me diz ;p);

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2- Tenha esperança: tudo está em constante mudança, acredite que essas mudanças sejam positivas;

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3 – Dialogue na medida certa: uma boa converssa pode resolver muita coisa, mas saiba a hora de ficar calado;

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4 – Tenha paciência: tenha muitaaaaa paciência;

5 – E acima de tudo: tenha fé!

Dar o que falar

Hoje em dia parece que as pessoas nos julgam pelo o que gostamos. Se interessar por algo que faz sucesso muito recentemente é tratado como um ato de alguém sem personalidade. Pessoas criam rótulos para determinados fãs. Parece que nada é o bom o suficiente.

Sabe aquelas frases do tipo: “Gosto é gosto e não se discute” e “Cada um, cada um”? Pois é. Acho que devíamos levá-las mais a sério. Sim, por que desde sempre existiram pessoas para criticar Deus e o mundo, literalmente falando, e o assunto aqui não são as críticas construtivas (que são muito importantes para o amadurecimento), e sim aquelas que servem para detonar com qualquer um (as que deveriam ficar só para a gente).

Isso acontece muito com os famosos que surgem de repente. Aqueles que dão o que falar, em todos os sentidos…

Quando algo não lhe agrada, o normal não seria ignorá-la? E quando eu digo “ignorar”, incluí não falar mal. Porque assim como você pode ver o gosto de seus amigos como “excêntrico”, eles podem achar o seu um tanto quanto estranho. Mesmo assim vocês não terminaram a amizade, certo? Bom, pelo ao menos não deveriam, porque cada criatura existente é diferente uma da outra, incluindo suas opiniões, e nem por isso merecem desrespeito. Pois o respeito é direito e dever de todos.

Beijo ; *

Feel So Close

I feel so close to you right now

It’s a force field
I wear my heart upon my sleeve, like a big deal

Your love pours down on me, surrounds me like a waterfall

And there’s no stopping us right now
I feel so close to you right now

Martha Medeiros – Felicidade Realista

“De norte a sul, de leste a oeste, todo mundo quer ser feliz. Não é tarefa das mais fáceis. A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.

Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica, a bolsa Louis Vitton e uma temporada num spa cinco estrelas. E quanto ao amor? Ah, o amor… não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito.

É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Por que só podemos ser felizes formando um par, e não como ímpares? Ter um parceiro constante não é sinônimo de felicidade, a não ser que seja a felicidade de estar correspondendo às expectativas da sociedade, mas isso é outro assunto. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com três parceiros, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.

Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.

Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um game onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo.”