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Querido dia 15

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Hoje é dia 15, tem que ter algum significado. Me sinto perdida, me sinto carente, me sinto prestes a explodir,me sinto eufórica. Sabe quando você percebe que já passou do meio do ano, que está prestes a passar por muitas mudanças, e então começa a sentir uma mistura de ansiedade e medo? É uma ansiedade para que tudo mude para melhor, e um medo de que, de brinde, venham mudanças ruins…

É, eu sei que sou um pouco dramática, mas não consigo viver sem um drama, aliás preciso assistir a um novo. Preciso também me acabar dançando uma noite dessas. Tenho tanta, mais tanta saudade de dançar, que daqui a pouco irei explodir com tanta energia acumulada! Tento dizer a mim mesma que embora devamos pensar no futuro, não podemos nos esquecer de viver o presente (aliás, adoro essa famosa frase de Dalai Lama: “O que mais surpreende é o homem, pois perde a saúde para juntar dinheiro, depois perde o dinheiro para recuperar a saúde. Vive pensando ansiosamente no futuro, de tal forma que acaba por não viver nem o presente, nem o futuro. Vive como se nunca fosse morrer e morre como se nunca tivesse vivido.”).

Então é isso, minha meta é segurar a ansiedade e o medo, se preocupar apenas com o necessário, e curtir o restinho do ano. 😉

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Lista para momentos bad

No começo da semana, especificamente na segunda-feira (justamente na SEGUNDA-FEIRA minha gente) eu terminei o dia me sentindo péssima. Por consequência, na terça-feira ainda estava mal. Nesse momento me bateu um momento “a loca”, quando a gente se sente totalmente perdida sabe?! Então, me vieram essas palavras em mente, e eu as transformei em uma lista para suportar momentos de loucura:

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1 – Respire: quando você respira tudo fica mais fácil (é o que a Tia Lica sempre me diz ;p);

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2- Tenha esperança: tudo está em constante mudança, acredite que essas mudanças sejam positivas;

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3 – Dialogue na medida certa: uma boa converssa pode resolver muita coisa, mas saiba a hora de ficar calado;

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4 – Tenha paciência: tenha muitaaaaa paciência;

5 – E acima de tudo: tenha fé!

Dar o que falar

Hoje em dia parece que as pessoas nos julgam pelo o que gostamos. Se interessar por algo que faz sucesso muito recentemente é tratado como um ato de alguém sem personalidade. Pessoas criam rótulos para determinados fãs. Parece que nada é o bom o suficiente.

Sabe aquelas frases do tipo: “Gosto é gosto e não se discute” e “Cada um, cada um”? Pois é. Acho que devíamos levá-las mais a sério. Sim, por que desde sempre existiram pessoas para criticar Deus e o mundo, literalmente falando, e o assunto aqui não são as críticas construtivas (que são muito importantes para o amadurecimento), e sim aquelas que servem para detonar com qualquer um (as que deveriam ficar só para a gente).

Isso acontece muito com os famosos que surgem de repente. Aqueles que dão o que falar, em todos os sentidos…

Quando algo não lhe agrada, o normal não seria ignorá-la? E quando eu digo “ignorar”, incluí não falar mal. Porque assim como você pode ver o gosto de seus amigos como “excêntrico”, eles podem achar o seu um tanto quanto estranho. Mesmo assim vocês não terminaram a amizade, certo? Bom, pelo ao menos não deveriam, porque cada criatura existente é diferente uma da outra, incluindo suas opiniões, e nem por isso merecem desrespeito. Pois o respeito é direito e dever de todos.

Beijo ; *

Martha Medeiros – Felicidade Realista

“De norte a sul, de leste a oeste, todo mundo quer ser feliz. Não é tarefa das mais fáceis. A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.

Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica, a bolsa Louis Vitton e uma temporada num spa cinco estrelas. E quanto ao amor? Ah, o amor… não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito.

É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Por que só podemos ser felizes formando um par, e não como ímpares? Ter um parceiro constante não é sinônimo de felicidade, a não ser que seja a felicidade de estar correspondendo às expectativas da sociedade, mas isso é outro assunto. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com três parceiros, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.

Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.

Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um game onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo.”

Indecisões

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Quem está no último ano do ensino médio, provavelmente está passando por essa indecisão também; oque fazer depois de concluir esse ano?

Quando eu tinha uns 6 anos de idade, queria ser confeiteira, com 7 queria ser estilista, com 8 queria ser bailarina clássica. Então com 9 entrei para o grupo de dança da escola. Com 11 comecei o ballet mesmo, onde permaneci até mês passado (com muita tristeza, parei por falta de tempo). Desde os 14 anos eu acreditava que, por gostar muito de ler e escrever deveria cursar jornalismo. Com 16 anos, e as inúmeras perguntas em sala de aula sobre qual curso de graduação escolher, algumas pessoas se impressionavam quando eu respondia jornalismo, pois eu sou bem tímida. Isso começou a me incomodar, mas não mudou a minha opinião. Não devemos nos deixar levar pelas opiniões alheias, pois esse tipo de decisão é extremamente pessoal, e timidez não impede ninguém de nada. ;p

Mas, esse ano eu comecei a pesquisar mais opções de curso, e me interessei muito pelo curso de Comunicação Digital oferecido na Unisinos de São Leopoldo. Aquilo ficou em minha mente por vários meses. Passando agora do meio do ano, comecei a pesquisar mais sobre esse curso. O site da Unisinos é bem completo, e deu para tirar bastantes dúvidas, e criar novas. Vi nele algumas entrevistas com ComDigers já formados e fiquei super em dúvida, pois a grande maioria já trabalhava no ramo antes de começar o curso.

Então lá foi de novo a Sheila pesquisar, agora sobre cursos técnicos da minha região que envolvam Design/Web Design. Encontrei um na Fundação Liberato, que é Curso Técnico em Informática para Internet. Também tinha informações de todas as disciplinas do curso e sua carga horária, e me deixou super interessada. Como eu ainda sou muito jovem (farei 18 só em maio) acredito que fazendo esse curso conseguirei perceber melhor se os meus interesses se voltam mais para o lado do jornalismo, da publicidade ou se realmente vão para o da Comunicação Digital (e já terei uma pequena experiência, pois esse curso no Liberato oferece também 360h de estágio).

Ufa! Espero que agora eu tenha me decidido né?! kkkk.